Às vezes, na madrugada incendiada
Dentro da minha carverna
Brilham luzes como fadas...
Até confundo com tuas pernas
Sinto o arrepio do calor reluzente
De um aconchego atravessado
Não sei se tu também sentes
E sonhando, viro para todos os lados
É quase o sonho mais bonito
Numa chama ardente cheia de cor...
Corpo sem cetim que fito
Faze-me acordar de tão bonita
Até que aflito, acordo com a dor
De ser escravo do amor.
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