Eu ando macaqueando em cada galho de ilusão
pulando como o mico-leão
Na mata obscura do meu ser
Me embrenho até deixa de ver
No obscuro viver...
E pulo...
Até chegar à beira de um galho
Onde caio de cansaço
E sinto o carinho de um orvalho
Da cor do aço.
Acordo e pulo.
Até a outra cama.
E pulo até o outro sonho.
Até o outro dia.
E durmo.
E acordei com sono.
E caio.
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